domingo, 31 de março de 2013

Roupa e corte de cabelo certo para quem tem mais de 50



Existe roupa e corte de cabelo certo para quem tem mais de cinquenta anos?

Embora digam que: “gosto não se discute”; vestir-se corretamente, ter um corte de cabelo adequado para quem tem mais de cinquenta anos não é questão de gosto, mas sim de bom senso. Não existe nada mais brega, para não dizer ridículo, do que mulheres que após uma certa idade insistem em parecer garotinha. Usam barriga de fora, roupas coladinhas no corpo, minissaia, cabelo na cintura e acham que estão chamando a atenção. Ops! Estão chamando a atenção sim, mas não pela beleza, pela elegância, mas sim pela imagem inadequada que está sendo exibida. Conheço algumas mulheres assim. E, não se arrisquem a dar uma opinião tentando fazer com que mudem o seu visual porque, certamente, você será acusada de invejosa.

Se vocês querem um exemplo de elegância, bom gosto e senso da idade que tem, este conjunto de qualidades se chama: Catherine Deneuve. 

Amigas com cinquenta anos ou mais



Amigas com cinquenta anos ou mais,
Este blog criei visando oferecer um pouco da minha experiência, experiências de irmãs, amigas e, também, as experiências de vocês.  Nasci em uma família grande, tenho cinco irmãs e, com diferença de dois anos de uma para outra, o que não faltou foram as trocas de dicas e informações que ao longo desses anos foram muito importantes para agregar mais conhecimento. Sou empresária e advogada. Atualmente já não advogo mais. Fiz curso de estética (Payot), de decoração, moda e blábláblá... Enfim, o que importa agora é passar para vocês um pouco de tudo que vivi e aprendi. Conto com a colaboração e participação de vocês: opinando, enviando dicas, comentando, criticando ou elogiando.
A finalidade deste blog é falar sobre: beleza, estilo, moda, receitas em geral, decoração, saúde, direitos e tudo mais que possa interessar as mulheres com mais de 50 anos.. E, como não temos preconceitos, se alguém com menos de cinquenta quiser participar, as portas estão abertas, entrem!

sábado, 23 de março de 2013

DECEPÇÃO – COMO SUPERAR



O caminho para a decepção reside no fato de depositarmos nossa confiança, sonhos, expectativas e desejo de realização em outra pessoa. Daí, confiamos em alguém, criamos castelos esquecendo que a outra pessoa, que é primordial para que tudo saia da forma que planejamos, se comporta, pensa, sonha ou deseja totalmente diferente do que esperamos. Tudo o que não depende única e exclusivamente de nós pode estar fadado a fracassar. Assim, só existem dois caminhos a serem seguidos para não se decepcionar, quais sejam: não se entregar por inteiro e não confiar cegamente em alguém. Contudo, se a decepção já ocorreu não se deixe abater. Ficar só pensando o tempo todo no que ocorreu não vai ajudar em nada, só piora! Quem ama não magoa nem maltrata. Pense que a pessoa que te decepcionou não tinha a menor consideração por você. Se tivesse, não teria te decepcionado. Não deixe que o gravador mental que fica ali apertando o “rew” e mostrando a todo o momento as cenas que causaram a decepção destrua a sua cabeça e você se torne uma pessoa dura e amarga. Siga o que diz a canção de Raul Seixas: “Tente! Levante sua mão sedenta e recomece a andar. Não pense que a cabeça aguenta se você parar. Não! Não! Não!... Tente! E não diga que a vitória está perdida. Se é de batalhas que se vive a vida. Tente outra vez!...”.



quinta-feira, 2 de agosto de 2012

NINGUÉM ME AMA, NINGUEM GOSTA DE MIM



Você precisa refletir. Como já diz o ditado: “Ninguém pode agradar a Gregos e Troianos ao mesmo tempo”. Isto quer dizer que as pessoas têm personalidades e opiniões diferentes. Assim, é normal termos afinidades com uns e rejeições com outros. Se todos nos rejeitam, talvez, o erro não esteja nas pessoas, mas sim em nós.
Quando não se consegue conviver com ninguém precisamos parar, refletir e tentar observar quais as características da nossa personalidade que faz com que todos se afastem. Há determinadas características que normalmente afastam as pessoas, por exemplo: ser muito exigente, ciúmes em demasia, egoísmo extremo, carência excessiva, etc.
Quando somos muito carentes, costumamos exigir muita atenção e achar que as pessoas que convivem conosco tem obrigação de nos dar atenção o tempo todo, ou seja, suprir as nossas carências. E, não é bem assim, ninguém pode ficar nos dando assistência 24 horas por dia. Todos têm suas ocupações e compromissos. E, acaba se tornando insuportável conviver com alguém que nunca está satisfeito, que por mais que se faça pela pessoa, ela sempre exige mais e mais.  Uma pessoa extremamente carente por mais que receba atenção, sempre acha que não é o suficiente. 
Queremos ser atendidos e supridos nas nossas necessidades, entretanto, esquecemos que o outro também necessita de atenção e de carinho. Como sempre digo: - relacionamento é troca: dar e receber.  As pessoas extremamente carentes tornam-se tão egoístas que só querem receber sem nada dar em troca. A carência em excesso é sinal de imaturidade. Não temos o direito de querer que os outros supram todas as nossas carências. Portanto, faça uma analise profunda e você pode acabar descobrindo quais as características da sua personalidade que afastam as pessoas. Tente corrigir e, com certeza, você será muito amada(o).

quarta-feira, 20 de junho de 2012

ENFRENTANDO O MEDO

O coração dispara, parece que nosso corpo está ligado a uma tomada de alta voltagem. Ficamos estáticos sem esboçar nenhuma reação, ou tentamos fugir ou evitar enfrentar aquilo que está nos causando o medo. É normal sentir medo? Dependendo do motivo que está causando o medo, é normal. Nascemos trazendo na nossa bagagem uma dose de medo. Até os animais, diante de uma ameaça, são vítimas do medo. O medo é o instrumento de alerta que o nosso cérebro utiliza para despertar o nosso instinto de defesa. Eis que, se não ocorresse, ficaríamos expostos a situações das quais não teríamos a menor chance de nos defender. Por exemplo, mesmo diante de um leão feroz e faminto caminharíamos em direção a ele sem medo algum e, certamente, seriamos devorados. Este é o medo concreto. A ameaça é real e exige a atuação do nosso instinto de defesa.
 
O medo abstrato é aquele em que não existe uma ameaça real, palpável. A ameaça só reside no nosso psicológico. Surge no decorrer de nossas vidas através das histórias que ouvimos, de situações que vimos ou tememos que possa ocorrer: medo de fantasmas, de morrer, de perder pessoas queridas, de ficar só, de perder tudo, etc.

Como enfrentar o medo abstrato? 
Este medo mora no nosso imaginário e se alimenta da nossa insegurança. Nós o criamos, o alimentamos e, assim, o mantemos vivo. Criamos quando ele surgiu pela primeira vez em nossa mente e deixamos que aquele pensamento tomasse forma, se expandisse ao invés de eliminá-lo no nascedouro. Por exemplo, surge de repente na minha mente o medo de perder tudo. Se neste momento eu alimentar este pensamento, na minha imaginação eu começaria a ver o seguinte: eu sendo demitida, vendendo a casa para pagar as contas que se acumularam, não conseguindo outro emprego, sem a ajuda de ninguém e finalmente na sarjeta. Vejam, eu criei este medo e permiti que ele crescesse dentro de mim. Embora não seja real, eu continuo aceitando e temendo que possa acontecer. Se quando ele surgiu eu reagisse com um pensamento positivo do tipo: se eu perder esse emprego eu consigo outro, o pensamento negativo não teria tomado às proporções que tomou e gerado um medo irreal que só existe na minha mente. Assim, a melhor forma de enfrentar o medo é não permitir que ele nasça e, se ele nascer, não o alimente. Não aceite que ele tome conta de sua mente, penetre no seu pensamento e se estabeleça. Portanto, de ordem de despejo para esse medo que você criou e mora aí na sua mente e deixe a sua vida livre desse inquilino indesejável.



quinta-feira, 17 de maio de 2012

MEU CASAMENTO É UM FRACASSO


O que leva um casamento ao fracasso?
Analisando todas as etapas e barreiras que um casamento tem que superar para o: “E foram felizes para sempre”; encontramos os motivos que se não forem avaliados e superados poderão levar o casamento ao fracasso. Assim, vamos examinar cada um para saber quais colaboraram para o casamento começar a fracassar:
1 - colocar toda a expectativa de ser feliz como responsabilidade do parceiro ou parceira, ou seja:
- o parceiro(a) tem que ser bem-humorado, prestativo, carinhoso, amante, etc.
E quanto a nós? Dormimos em berço esplêndido esperando que o outro dê sem nada receber em troca.
Tudo precisa ter a medida certa para não desandar, não se pode querer receber o que não se dá ou plantar maçãs e colher uvas.
2 – querer que prevaleça sempre a nossa vontade e opinião:
- seus parentes são uma maravilha, o do outro só traz problemas;
- a sua sogra é uma Megera, mas a sua mãe é uma Santa;
- os filhos dele(a), do outro casamento, são uma peste, mas os seus verdadeiros anjos;
- é pão-duro(a), não quer gastar um centavo, enquanto você só gasta em benefício próprio e ainda acha que é pouco;
- você não vai acompanhá-lo(a) naquele evento porque é muito chato e cansativo, mas o outro tem que te acompanhar para aquela festa porque pega mal ir sozinho(a);
Ceder é uma arte. Precisamos analisar os fatos e perceber quando chegou a nossa vez de ceder. Ninguém está sempre errado ou sempre certo.
3 – acomodação, este é o motivo principal para o casamento ir para o fundo do poço:
- só quer ficar na frente da televisão, não me dá mais atenção. Será que você não se isolou, ignorou a presença do parceiro(a) e este encontrou na televisão uma companhia?
No inicio do casamento nos arrumamos e perfumamos para esperar ou encontrar o parceiro (a), colocamos a melhor roupa na hora de dormir, preparamos jantares deliciosos, filmes com pipoca, saímos com parentes e amigos em comum, longas conversas sobre diversos assuntos sentados no sofá ou deitados na cama, sexo de três a quatro vezes por semana.
Um belo dia, estamos muito cansadas(os) para trocar de roupa ou fazer sexo. Os amigos de um já não são bem vistos pelo outro, e adeus amigos em comum. O almoço vira jantar e a televisão vai tomando o lugar daquelas longas conversas.
 Você se cala e aceita essa situação e o outro também se acomoda.
4 – A falta de amor:
- esta eu diria que é sem comentários porque quando ela ocorre o casamento desgastou, fracassou. E, ela só ocorre porque os outros três motivos aqui citados não foram eliminados antes do amor acabar.
Onde está o erro, como consertar?
Relacionamento é como panela quente fora do fogo, vai esfriando e se não estivermos atentos para aquecer a panela antes que ela esfrie, ela esfria sem que percebamos. Isto quer dizer que, durante o convívio, apesar de percebermos determinados erros e desleixos, deixamos passar. Achamos que não é tão importante assim e que na próxima iremos falar, chamar a atenção para o ocorrido, mas, mais uma vez, deixamos passar para não criar problemas, para não se aborrecer. Até que, perdemos o controle da situação e, como Príncipes que viraram sapos e Belas Adormecidas que se negam a enxergar a verdade, acordamos e percebemos que é tarde demais e o nosso casamento é um verdadeiro fracasso.
 A meu ver, os dois contribuíram negativamente para o relacionamento fracassar. Para manter a chama o fogo necessita de lenha, ou seja, se você não colocar mais lenha o fogo apaga e a lenha vira cinzas. Será que você retribuiu o que o outro te dava ou você estava tão preocupada(o) em receber que esqueceu de dar. Não me leve a mal, estou apenas tentando fazer uma analise junto com você para podermos descobrir o porquê do fracasso. Tente lembrar se você alguma vez abriu mão de algo para satisfazer a vontade do outro? Tente analisar e conclua se você também contribuiu para que a situação chegasse a esse ponto.Temos que olhar os dois lados da moeda. Não pense que os outros casais vivem em uma eterna lua-de-mel e em pleno fogo da paixão, depois de anos de casados, porque não é assim. Há uma acomodação? Há, mas não confunda a acomodação de estabilidade, de cumplicidade, de amor maduro com a acomodação por cansaço, por falta de amor e medo de dar o basta. Se ainda houver amor, há esperança. Contudo, se o amor acabou, dificilmente o casamento poderá ser salvo. Não se pode tirar leite de pedra. O melhor, neste caso, é ter uma conversa franca e cada um tomar o seu rumo. Agora, se ainda houver amor, não deixe que o seu casamento fracasse. Analisem onde estão os erros, tentem corrigi-los e partam para o grande final: “E foram felizes para sempre”.

domingo, 27 de novembro de 2011

PENSANDO NA VIDA

Ontem eu era forte! Enfrentava o mundo, derrubava barreiras, ignorava fronteiras.

Hoje estou fraca, descrente, desanimada, impotente.

A vida ensina?

Professora antagônica...

Se confio, me ensina a desconfiar

Se não amo, tenho que aprender a me entregar

Se amo, posso sofrer por amar

Conquistar...

Conquistar pessoas,

Conquistar sucesso...

Superar fracassos, su-pe-rar fra-cas-sos...

Lembranças...

Lembranças boas, lembranças ruins...

Saudade, saudade, sauda...

Busca incessante...

Buscar a felicidade, viver intensamente...Será?

Seguir em frente...

Retroceder... nem sempre.

Verdade. Mentira.

A vida ensina...

Professora enigmática...

Aprendizado esquisito, estranho...

Fé...

Fé na vida, fé no abstrato, fé???... fim.

Rita Maria

quinta-feira, 23 de junho de 2011

QUERO UMA AMIGA DE VERDADE

Vamos deixar bem claro que esta postagem não é para quem está procurando relacionamentos amorosos. Portanto, nem serão publicados comentários que tenham esta finalidade.

A função desta postagem é única e exclusivamente para quem quer encontrar uma grande amizade. É para aquelas pessoas que buscam uma amiga sincera, amiga de verdade para sair, viajar, conversar. É para pessoas de qualquer idade. Seja sincera nas respostas do seu questionário. Para encontrar a amiga que você está buscando, copie os requisitos do texto abaixo respondendo cada item no seu comentário:

Primeiro nome:

Estado:

Cidade:

Bairro:

Idade:

Estado civil:

Religião:

Fuma:

Bebe:

Gosta de sair:

Gosta de viajar:

Coisas que eu não gosto:

Coisas que eu gosto:

Email para contato:

Lembre-se, quanto mais sincera você for mais amigas encontrarás.

sexta-feira, 11 de março de 2011

SE ARREPENDIMENTO MATASSE...

Quantas vezes você já repetiu esta frase?

-Se arrependimento matasse eu estaria...

Quando nos arrependemos de algo e temos a chance de voltar atrás e refazer, modificar; essa frase deixa de existir, perde o sentido. Entretanto, se não temos como mudar as conseqüências do ato que nos levou ao arrependimento, passamos a vida nos culpando e perguntando como teria sido se tivéssemos agido de outra forma. Cria-se aqui um espaço no tempo onde ficamos presos no passado e deixamos de viver o presente e o futuro. Contudo, se analisarmos esta questão profundamente, iremos concluir que o “Se” talvez não tivesse um futuro maravilhoso como imaginávamos. Ou quem sabe nem chegasse a existir um futuro para o “Se”. Vou citar algumas frases para que a questão fique melhor esclarecida: “Se eu tivesse me casado com..., me separado de..., namorado tal..., ou “Se eu tivesse escolhido tal carreira..., ou tal emprego..., ou estudado..., ou viajado para..., ou mudado para..., ou não tivesse feito..., ou tivesse feito..., eu não estaria passando por isso”. E, na certeza de que o “Se” teria dado certo, teria mudado nossa vida por completo e para melhor, ficamos agarrados no passado enquanto o presente acontece, o futuro vira passado e deixamos de ser felizes porque criamos um destino lá no passado e colocamos nele toda a felicidade da qual nunca tivemos a chance de participar, de viver e muito menos saber se ela existiria concretamente. Como você pode achar que tem a capacidade de dar um desfecho, ou seja, um final feliz para uma história que não aconteceu. A vida e o destino são imprevisíveis. Arrepender-se de atitudes que tomamos ou deixamos de tomar é saudável para nosso crescimento como seres humanos. É errando que aprendemos o que é certo. É seguindo em frente que construímos o nosso futuro. Ficar cultivando o passado é instrumento para Museu e historiadores. A tua vida é hoje. O teu destino é este que está na tua frente. Portanto, não permita que um arrependimento do passado tenha o poder de controlar e impedir que você seja feliz no presente. Como já dizia Chico Xavier: “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

DESPREZO É O MELHOR REMÉDIO?

Você trata a pessoa com carinho, atenção. Só você é quem procura, ela nunca tem tempo, está sempre de saída, tem compromissos inadiáveis, apronta poucas e boas, te faz de gato e sapato, é egoísta, magoa e nem percebe que te magoou. E você...sempre prestativa, relevando, fingindo que não vê. Acha que mais dia menos dia ela vai reconhecer, vai pedir desculpas e vai mudar da água para o vinho tratando você como você merece. Ledo engano! Não existe aprendizado sem ensino. Seja no amor, numa amizade ou com um parente, não importa o tipo de relacionamento, ou você muda a sua forma de agir e mostra a sua insatisfação, ou vai passar a vida esperando por algo que nunca vai acontecer. Ela nunca terá consciência dos erros que está cometendo.

- Huumm! Sinto uma dificuldade de pagar com a mesma moeda ou de mostrar para a pessoa que ela está agindo errado.

Neste caso, só existe uma solução para lidar com pessoas que não têm senso, interesseiras e que se acham indispensáveis e absolutas: desprezar.

Desprezo é o melhor remédio!

Se você não consegue ter uma conversa com a pessoa para expor o que você pensa e sente a respeito dela, despreze, ignore a existência dela por um tempo, logo você vai perceber o resultado desta atitude. Chegou à hora de você se valorizar, deixar de ser tão tolerante, submissa(o). Quem se faz de cordeiro acaba sendo comido pelo lobo.